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Cultura

16/04/2024 às 13h53 - atualizada em 16/04/2024 às 14h09

Alberto Lima

Maceió / AL

“Ecoando Vozes Ancestrais”: exposição proporciona uma imersão nas raízes dos povos originários
Mostra estará disponível até o dia 19 de abril
“Ecoando Vozes Ancestrais”: exposição proporciona uma imersão nas raízes dos povos originários
João Brito/ Ascom Secult

Quem visitou a Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos, na segunda-feira (15), apreciou a abertura oficial da exposição cultural “Ecoando Vozes Ancestrais: Resistência e Resiliência nas Artes Indígenas". O evento foi organizado para proporcionar ao visitante uma imersão nas raízes dos povos originários alagoanos.


O público presente pôde conhecer a cultura da comunidade indígena alagoana Kariri Xocó por meio da exposição cultural guiada e participar de uma oficina lúdica de fantoches. 


A exposição é composta por artefatos, obras de arte, narrativas visuais, e oficinas oriundas da arte indígena. Apoiada pelo Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa, a mostra ficará disponível até o dia 19 de abril, com disponibilidade para visitação gratuita, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 16h. 


“Esta exposição representa o testemunho da persistência das comunidades indígenas perante os desafios históricos e contemporâneos na sociedade. Além disso, cada peça da mostra busca retratar a rica cultura dos povos originários”, disse a supervisora da Biblioteca Graciliano Ramos, Mira Dantas. 


A psicóloga Mikaele Monteiro, residente do município de Satuba, não perdeu a oportunidade e levou a sua família para participar da exposição cultural e da oficina de fantoches. “Este momento aqui vale mais do que qualquer aula, é uma imersão cultural rica que possibilita a construção da personalidade das pessoas e das crianças. O meu desejo em participar foi despertado assim que eu vi a temática do evento, que é muito importante principalmente na parte educacional.  Com essa exposição, a criança vem e pode conhecer um pouco mais da história, dos costumes e da arte das comunidades indígenas”, disse a psicóloga. 

FONTE: João Brito/ Ascom Secult

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