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Polícia

11/06/2024 às 08h47

Acta

MACEIO / AL

Polícia Civil indicia pai que confessou ter matado filho envenenado em Maceió
A polícia tratou o assassinato como homicídio qualificado majorado em 2/3, já que Anthony Levy tinha menos de 14 anos. O crime também pode ser agravado por indícios de premeditação.
Polícia Civil indicia pai que confessou ter matado filho envenenado em Maceió
A polícia tratou o assassinato como homicídio qualificado majorado em 2/3, já que Anthony Levy tinha menos de 14 anos. O crime também pode ser agravado por indícios de premeditação. Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Alagoas indiciou por homicídio qualificado na manhã desta terça-feira (11), o pai do menino Anthony Levy Nascimento dos Santos, uma criança de apenas quatro anos que morreu envenenada em Maceió.


Matheus Soares Omena dos Santos, de 24 anos, confessou ter colocado veneno de rato no mingau do filho, com a intenção de se vingar da ex-mulher, mãe da vítima, devido a desentendimentos durante o processo de separação.


A polícia tratou o assassinato como homicídio qualificado majorado em 2/3, já que Anthony Levy tinha menos de 14 anos. O crime também pode ser agravado por indícios de premeditação.


Entenda o caso


O pai do menino Anthony Levy foi preso no dia 29 de maio de 2024. A criança faleceu dois dias antes da detenção, após passar mal em uma creche no bairro de São Jorge, em Maceió. Matheus Omena confessou ter usado "chumbinho", um agrotóxico vendido ilegalmente, comprado no bairro do Jacintinho.


De acordo com a investigação, o menino morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jacintinho, após passar mal durante uma atividade no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Paulo Freire. Anthony estava participando de uma atividade quando relatou à professora que não se sentia bem, sendo então socorrido e levado à UPA.


A Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed) lamentou profundamente o falecimento da criança e informou que o menino foi prontamente socorrido por professoras da própria unidade para a UPA mais próxima, onde recebeu atendimento médico.


O laudo da necropsia, realizado pelo Instituto Médico Legal de Maceió, indicou a presença de uma substância estranha no suco gástrico da criança.

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